terça-feira, 29 de novembro de 2016

Tragédia na Colômbia entra para histórico de catástrofes esportivas

Danilo, Follmann e Alan Ruschel. Foto: Montagem/Extra.
O mundo está chocado com o acidente aéreo que, segundo informações oficiais, vitimou pelo menos 75 pessoas no voo que levava a Chapecoense a Medellín, na Colômbia. O clube catarinense estava às vésperas de disputar a final da Copa Sul-Americana contra o Atlético Nacional.

Era o momento mais glorioso da história do Verdão do Oeste.

Integrantes da delegação, jornalistas, convidados e tripulação estão entre os mortos.

Cinco pessoas sobreviveram: os goleiros Danilo e Jackson Follmann, o lateral Alan Ruschel, além do jornalista Rafael Henzel e uma comissária de bordo de identidade ainda não revelada.

A rede de TV Caracol divulgou, na manhã desta terça-feira (29), que o zagueiro Neto teria sido encontrado com vida entre os escombros.

A tragédia entra para o hall de catástrofes aéreas envolvendo instituições esportivas, como a que atingiu o Torino, em 1949; o Manchester United em 1958; e o Alianza Lima em 1987.

Nenhuma delas se equipara em número de mortos com a que ocorreu na madrugada de hoje.

O fatídico acidente repercute. Na CNN International, por exemplo, um dos âncoras chegou a chamar a Chape de "Cinderella Club", pela trajetória de ascensão do time catarinense nos últimos anos.

Resta desejar força aos familiares das vítimas. #ForçaChape

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